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Quase aos 33

Outubro 31, 2007

Bah… muita coisa aconteceu… minha viagem a Londres foi ótima, meu “casamento” nem tanto, inclusive acabou. Estou chegando aos 33 anos agora em novembro, cheio de planos para os próximos cinco anos. Só Deus sabe o que acontecerá nesse período.

Não escreverei aqui com tanta freqüência. Também, é provável que ninguém leia o que escrevo. Afinal, este é um blog anônimo e desconhecido.

Cof… cof…

Maio 23, 2007

Nossa, quanta poeira! Quase três meses sem postar aqui.

Muitas mudanças nos últimos meses! Já estou curtindo o apartamento novo, estou de chefia nova e estou com uma rotina bem diferente. Às vezes tenho que acordar cedo para o trabalho, outras vezes acordo mais tarde e saio mais tarde também…

Estou fazendo aulas de conversação em inglês às sextas-feiras, já me preparando para a viagem que pretendo fazer a Londres em agosto. Acho que vou fazer aulas de teclado também, ainda estou decidindo.

Coisas curiosas e inexperadas aconteceram nessas últimas semanas. Mas foram tantas e tão diferentes que eu estou com preguiça de escrever sobre elas aqui.

Fiquem com Deus! Qualquer hora eu escrevo de novo aqui.

Estranhas sensações

Agosto 30, 2006

É estranho quando você descobre que, em diversos momentos de sua vida, você foi o vilão da história.

Sempre estamos acostumados a achar que o inferno são os outros. Mas, muitas vezes, nós mesmos somos o inferno dos outros. É difícil perceber isso. E quando nos damos conta do quanto mal fizemos a outra pessoa, sentimo-nos como dejetos humanos.

Estou realmente me sentindo um lixo desde as últimas conversas que mantive pela Internet com aquela garota que citei três posts mais abaixo. Descobri que ela adquiriu alguns traumas por minha causa. Teve síndrome de perseguição e precisou até de algumas sessões com psicólogo para se livrar do trauma.

Às vezes me assusto quando me lembro que, em determinados momentos da minha vida, eu achei que era um semideus, que poderia interferir no destino e na vida das pessoas a meu bel-prazer.  Realmente, acordar para a realidade e perceber o quão pequeno sou, assim como todos os seres humanos são, foi um processo doloroso.
Não tive palavras para expressar meu remorso e arrependimento por tudo o que causei a essa pessoa. Hoje, graças a Deus, ela é uma mulher feliz e leva uma vida tranqüila.  E soube perdoar e esquecer o passado.

Pelo menos desta conta, com a vida, estou quite.